Publiquei, há pouco, no nosso Facebook privativo de Turma, a Apresentação sobre Vulcanismo: AQUI. As aulas de apoio da turma a CN começam para a semana (serão na 6ª das 12.00 às 12.40 horas).
ADENDA: Aqui o link direto para a apresentação sobre vulcões dada nas aulas de Ciências Naturais:
Estima-se que este sismo tenha afectado seriamente cerca de 825 000 km2 de território e sentido por cerca de 20 milhões de pessoas. Foram contabilizadas 412 construções totalmente destruídas e 3124 seriamente danificadas na Cidade do México (a maior parte das quais com uma altura entre 8 e 18 pisos). Foram também registados danos significativos em zonas dos estados de Jalisco, Michoacán, Colima, Guerrero, Morelos e Veracruz.
Toda a cidade foi abalada, mas as áreas mais afectadas foram aquelas situadas sobre o que em tempos foi o lago de Texcoco, na antiga Tenochtitlán. Os sedimentos não consolidados situados sob as construções e a negligência na construção dos edifícios foram os motivos principais que levaram ao colapso de tantas estruturas.
Após mais de dois minutos, a terra deixou de tremer, e, por essa altura, parte do centro da cidade estava em ruínas. Entre as construções destruídas contam-se várias escolas, cerca de 100 mil habitações, o edifício da emissora Televisa, vários edifícios governamentais e alguns hospitais. O número de vítimas foi estimado em 9500 mortos (havendo algumas fontes que apontam até 35 000 mortos), 30 000 feridos, e 100 000 desalojados. As equipas de socorro terão salvo cerca de 4000 pessoas, incluindo recém-nascidos de um hospital.
O governo foi criticado por ter se recusado a receber ajuda internacional, e pela demora no início do socorro às vítimas.
O valor dos danos causados por este sismo foi estimado em 4 mil milhões de dólares.
O teste de Ciências Naturais será sobre o modelo do interior da Terra e sobre a deriva dos continentes/tectónica de placas, tendo ainda o início do vulcanismo. Quanto às páginas do livro para estudarem, são entre a 88 e 111 e entre a 158 e a 169 (os vulcões devem estudar só pela apresentação).
Os objetivos a ser testados são os seguintes:
Conhecer a estrutura interna da Terra.
Identificar as diferentes camadas que constituem o nosso planeta.
Distinguir a litosfera da astenosfera.
Compreender a teoria da deriva dos continentes.
Conhecer os argumentos a favor da deriva dos continentes.
Compreender a teoria da Tectónica de Placas.
Conhecer o mecanismo das correntes de convecção.
Identificar os mecanismos responsáveis pela deformação da crosta terrestre.
Distinguir dobras de falhas.
Distinguir os diferentes limites entre placas tectónicas.
Relacionar o comportamento da actividade sísmica e vulcânica com a dinâmica da litosfera.
Relacionar a formação das cadeias montanhosas com a mobilidade das placas tectónicas.
Relacionar a distribuição dos seres vivos na Terra como consequência da dinâmica da litosfera.
Compreender o conceito de vulcão.
Compreender o conceito de piroclasto.
Distinguir os diversos tipos de piroclastos.
No que diz respeito aos ficheiros de apoio, aqui ficam:
O Telescópio Espacial Hubble é um satélite que transporta um grande telescópio para a luz visível e infravermelha. Foi lançado pela agência espacial norteamericana - NASA - em 24 de abril de 1990, a bordo do Vaivém EspacialDiscovery (missão STS-31). Este telescópio já recebeu várias visitas espaciais da NASA para a manutenção e para a substituição de equipamentos obsoletos ou inoperantes.
O Telescópio Espacial Hubble é a primeira missão da NASA pertencente aos Grandes Observatórios Espaciais - (Great Observatories Program), consistindo numa família de quarto observatórios orbitais, cada um observando o Universo em um comprimento diferente de onda, como a luz visível, raios gama, raios-X e o infravermelho. Pela primeira vez se tornou possível ver mais longe do que as estrelas da nossa própria galáxia e estudar estruturas do Universo até então desconhecidas ou pouco observadas. O Hubble, de uma forma geral, deu à civilização humana uma nova visão do universo e proporcionou um salto equivalente ao dado pela luneta de Galileu Galilei no século XVII.
Desde a concepção original, em 1946, a iniciativa de construir um telescópio espacial sofreu inúmeros atrasos e problemas orçamentais. Logo após o lançamento para o espaço, o Hubble apresentou uma aberração esférica no espelho principal que parecia comprometer todas as potencialidades do telescópio. Porém, a situação foi corrigida numa missão especialmente concebida para a reparação do equipamento, em 1993, voltando o telescópio à operacionalidade, tornando-se numa ferramenta vital para a astronomia. Imaginado nos anos 40, projetado e construído nos anos 70 e 80 e em funcionamento desde 1990, o Telescópio Espacial Hubble foi assim batizado em homenagem a Edwin Powell Hubble, cientista que revolucionou a Astronomia ao constatar que o Universo se estava a expandir.
APRENDA A APRECIAR A NOITE PARA CONHECER AS MARAVILHAS DO CÉU
José Matos (astrónomo da FISUA)
No próximo dia 28 de abril de 2012, das 14.30 às 19.30 e das 21.30 às 23.30 horas, irá decorrer nas instalações do Centro de Interpretação Ambiental de Leiria, um Curso de Iniciação à Astronomia.
O ABC do céu é um curso de iniciação destinado a todos os observadores interessados em conhecer o céu noturno e técnicas de observação. Haverá também uma sessão prática de observação noturna ao telescópio.
Público–alvo: maiores de 14 anos.
Os interessados deverão proceder à sua inscrição através do e-mail: cia@cm-leiria.pt.
A inscrição tem um custo de 25€.
Para mais informações, podem contactar o Centro de Interpretação Ambiental de Leiria, através do telefone 244 845 651.
Georg Friedrich Händel (Halle an der Saale, 23 de fevereiro de 1685 - Londres, 14 de abril de 1759) foi um célebre compositor da Alemanha, naturalizado cidadão britânico em 1726. Desde cedo mostrou notável talento musical, e a despeito da oposição de seu pai, que queria que fosse advogado, conseguiu receber um ensino qualificado na arte da música. A primeira parte de sua carreira foi passada em Hamburgo, como violinista e maestro da orquestra da ópera local. Depois dirigiu-se para a Itália, onde conheceu a fama pela primeira vez, estreando várias obras com grande sucesso e entrando em contacto com músicos importantes. Em seguida foi nomeado mestre de capela do Eleitor de Hanôver, mas pouco trabalhou para ele, e esteve na maior parte do tempo ausente, em Londres. Seu patrão mais tarde se tornou rei da Inglaterra como Jorge I, para quem continuou compondo. Fixou-se definitivamente em Londres, e ali desenvolveu a parte mais importante de sua carreira, como autor de óperas, oratórios e música instrumental. Quando adquiriu cidadania britânica adotou uma versão anglicizada de seu nome, George Frideric Handel.
Tinha grande facilidade para compor, como prova sua vasta produção, que compreende mais de 600 obras, muitas delas de grandes proporções, entre elas dezenas de óperas e oratórios em vários movimentos. Sua fama em vida foi enorme, tanto como compositor quanto como instrumentista, e mais de uma vez foi chamado de "divino" pelos seus contemporâneos. Sua música se tornou conhecida em muitas partes do mundo, foi de especial importância para a formação da cultura musical britânica moderna, e desde a metade do século XX tem sido recuperada com crescente interesse. Hoje ele é considerado um dos grandes mestres do barroco musical europeu.